quarta-feira, 28 de maio de 2014

Visibilidade trans: mulheres que você precisa conhecer



Símbolo do Transfeminismo

A Semana de Blogagem Coletiva pelo Dia da Visibilidade Trans foi realizada pelos blogs Transfeminismo, Blogueiras Feministas e True Love. Este último trouxe uma lista com 27 mulheres trans militantes, algumas do movimento  LGBT e outras em defesa da igualdade de gênero, escolhidas a partir de uma lista que contem 100 mulheres, criada por Jen Richards e Antonia D´Orsay, ambas de organizações que desenvolvem projetos para a comunidade trans.
É interessante conhecer a lista, e saber o que essas 27 mulheres trans realizam. Veiculada por True Love em janeiro deste ano. Veja a lista no link: http://truelove.com.br/2014/01/muito-mais-do-que-seus-preconceitos-27-mulheres-trans-que-voce-precisa-conhecer/ (Carolina Ferreira)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Em carta, mulheres denunciam violência de gênero


foto:  Luís Marques
No começo deste mês ocorreu no Recife o 1º Encontro Nacional de Mulheres promovido pelo Movimento Olga Benário. Nesse encontro foi divulgada  a Carta de Recife, uma síntese dos debates ocorridos no evento, com reivindicações do movimento de mulheres, alertando para os perigos do aumento da exploração sexual em decorrência da Copa do Mundo e também para a violência em função do racismo aliado ao machismo. (Luís Marques)
A íntegra da Carta pode ser conferida no link abaixo:



quinta-feira, 22 de maio de 2014

Colóquio: Gênero e Sexualidade - Parte V

Hoje, postamos a última parte do Colóquio sobre Gênero feito por estudante de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba para a disciplina de Cidadania e Jornalismo, ministrada pelo professor Carmélio Reynaldo. O primeiro fala sobre traição, prostituição, feminismo. Enquanto que o segundo vídeo trata sobre o feminismo, machismo e a diversidade sexual na escola. Lembrando que a entrevistada foi Glória Rabay, pesquisadora de Políticas Públicas em Gênero e Raça. Os outros vídeos do Colóquio podem ser acessados nos posts anteriores. 







Luís Marques

quarta-feira, 21 de maio de 2014

O que são pessoas cis e cissexismo?



Vivemos em uma sociedade ciscêntrica, cisnormativa. Isso ocorre porque as pessoas cis detém o poder de decisão sobre as pessoas não-cis dentro de vários âmbitos: Médico, Político, Jurídico, Financeiro etc. Reportagem divulgada pelo site (http://ensaiosdegenero.wordpress.com) no dia 17 de setembro de 2012 (Rodrigo Andrade). 

Por Hailey Kaas
O que são pessoas cis e cissexismo?

Mas quem são as pessoas cis? Utilizei a seguinte definição a priori:
“Uma pessoa cis é uma pessoa na qual o sexo designado ao nascer + sentimento interno/subjetivo de sexo + gênero designado ao nascer + sentimento interno/subjetivo de gênero, estão ‘alinhados’ ou ‘deste mesmo lado’ – o prefixo cis em latim significa “deste lado” (e não do outro), uma pessoa cis pode ser tanto cissexual e cisgênera mas nem sempre, porém em geral ambos.”
Uma pessoa cis é aquela que politicamente mantém um status de privilégio em detrimentos das pessoas trans*, dentro da cisnorma. Ou seja, ela é politicamente vista como “alinhada” dentro de seu corpo e de seu gênero.
Foto: site Ensaios de Gênero
Quero evitar dicotomizar aqui sexo e gênero, pois muito embora essas categorias sejam divisíveis para problematização, a ideia que a ciência construiu sobre o sexo é pré-discursiva, ou seja, é como se fosse compulsoriamente uma verdade.
Voltando na definição cis. Eu já havia retificado minha afirmação prévia em outra postagem, na qual elimino a discussão etimológica sobre o prefixo cis, porque não é cabível em uma discussão que se quer puramente política. Não queremos criar uma dicotomia entre pessoas cis e pessoas trans* e sim evidenciar o caráter ilusório da naturalidade da categoria cis.
O alinhamento cis envolve um sentimento interno de congruência entre seu corpo (morfologia) e seu gênero, dentro de uma lógica onde o conjunto de performances é percebido como coerente. Em suma, é a pessoa que foi designada “homem” ou “mulher”, se sente bem com isso e é percebida e tratada socialmente (medicamente, juridicamente, politicamente) como tal.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Colóquio: Gênero e Sexualidade - Parte IV

Hoje, postamos o 2° e o 3° bloco de perguntas feitas pelos estudantes de Comunicação Social e Jornalismo da UFPB, que foram feitas durante o Colóquio realizado para disciplina Jornalismo e Cidadania ministrada pelo professor Carmélio Reynaldo Ferreira. O colóquio contou com a participação da professora Gloria Rabay, pesquisadora de Políticas Públicas em Gênero e Raça.

Estes dois blocos falam sobre questões da violência doméstica, machismo feminino, repressão contra as mulheres, erotização do corpo feminino, e, por fim, papeis de gênero. O principal objetivo o colóquio foi debater e ampliar as discussões sobre as “Questões de Gênero”.





 Fiquem no aguardo dos próximos vídeos, a discussão sobre Gênero ainda não acabou.
Rodrigo Andrade

domingo, 18 de maio de 2014

Colóquio: Gênero e Sexualidade - Parte III

E hoje, postaremos mais dois vídeos do Colóquio: Gênero e Sexualidade, que contou com a presença da Professora Glória Rabay.

O quinto vídeo da sequência é, Feminismo – Igualdade de Gênero, que discorre sobre as lutas e conquistas feministas pela igualdade de Gênero. Este vídeo encerra a fase de perguntas da equipe do blog.

O sexto vídeo é composto pelas perguntas dos estudantes de Jornalismo da UFPB, no qual é abordado alguns temas acerca da temática Gênero, como, a reação das mulheres frente as violências sofridas e seus agressores, a importância dos estudos de Gênero para os acadêmicos e a cultura machista que influência o homem a não ter muito cuidado consigo mesmo e os benefícios que a igualdade de Gênero traz para ambos os sexos.






Até os próximos vídeos.
Taisa Vieira



quinta-feira, 15 de maio de 2014

Colóquio: Gênero e Sexualidade - Parte II


O colóquio com a professora Glória Rabay se desdobrou em dez vídeos, dois já foram postados, eles trataram sobre a igualdade de gênero e seu conceito da perspectiva quanto à natureza e cultura. Nesta segunda parte, trazemos o terceiro e quarto vídeos da série, um discute o conceito de heteronormatividade e seus efeitos na construção das relações afetivas, quer sejam homossexuais ou heterossexuais.

O quarto vídeo fala sobre o papel da mídia enquanto fomentadora de estereótipos, mas também como detentora da visibilidade necessária, que proporciona trazer personagens que incitem reflexões acerca das construções de gênero.




                                     

Aguardem os próximos vídeos, como também outros diálogos reflexivos.
Carolina Ferreira